Escrevo em metades porque foi tudo o que me deixou. Respiro verdades mas não sei a verdade de quem sou. Parece estar mesmo contigo. Parece não ter se perdido. Pode não parecer nítido e não ser o certo, mas ainda assola e ensanguenta. Barrados por vidros, fechados em cicatrizes, secretos e indefinidos como as marcas em seus lençóis.
Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Segredos vermelhos.
Escrevo em metades porque foi tudo o que me deixou. Respiro verdades mas não sei a verdade de quem sou. Parece estar mesmo contigo. Parece não ter se perdido. Pode não parecer nítido e não ser o certo, mas ainda assola e ensanguenta. Barrados por vidros, fechados em cicatrizes, secretos e indefinidos como as marcas em seus lençóis.
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