Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Portas e janelas.
Assim como não pedi teu silêncio não pedirei tua palavra. Eis que partiram e por onde andam não os vejo mais. Eram a luz, e hoje são o vazio. Parti também pra longe, minha ausência não sei se ainda sentem. A cada passo mais distante, a cada passo menos visão do mundo o qual pertencem. Digo coisas poucas, mas não sei se podem ouvir. Portas e janelas e um mundo diferente. Digo meu adeus.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário