Perco o sono e a rigidez. Mergulhar em si nem sempre é o melhor a se fazer. Consciência tanta que até se perde por onde passa. Talvez o fim seja onde tudo se inicia. Talvez como a vida, a morte seja também um sonho. Desperto em mim o que não se cala, que luta e que brada. O tempo mais que passa, e eu sem saber acabo por não alcançá-lo.
Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Insônia.
Perco o sono e a rigidez. Mergulhar em si nem sempre é o melhor a se fazer. Consciência tanta que até se perde por onde passa. Talvez o fim seja onde tudo se inicia. Talvez como a vida, a morte seja também um sonho. Desperto em mim o que não se cala, que luta e que brada. O tempo mais que passa, e eu sem saber acabo por não alcançá-lo.
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