Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Aquela manhã..
Querer retornar ao ontem pra reviver o hoje. Ontem um dia inútil, perdido. Hoje que ainda nem acabou e já deixa saudades. Alguns poucos minutos o tornaram completo. O cinza dos céus. O verde dos olhos. Os cabelos ao vento. Melodias que pouco a pouco embalavam e faziam lembrar trechos de felicidade e dor. A presença real que era esperada aflitamente. Lágrimas escorrem pra lavar e abrir o caminho para o sorriso sincero. Era o medo ficando de lado, ele era pequeno demais comparado à aquele sentimento puro.
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Um comentário:
Perfeito!
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