Parece que se vai lentamente perdendo o chão. Por minutos realidade confundida com extrema loucura. O desespero em si é o maior dos riscos, faz perder a conciência.Um maldito pesadelo. Entre e se assuste. Busque e não encontre. Sangre buscando alívio. Se encoste e pessa então que tudo termine. Não vai terminar. Horas se sucedem, enquanto uns dormem outros cobrem as marcas com tinta preta. Um maldito pesadelo. Não há como sair daqui. O tipo de pesadelo que faz adquirir novas cicatrizes. O castigo por ter vivido toda a vida. Eis que me parece ser apenas o início desse inferno, pesadelo que atormentará até o último risco, até a última gota.
Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
domingo, 6 de novembro de 2011
NIGHTMARE.
Parece que se vai lentamente perdendo o chão. Por minutos realidade confundida com extrema loucura. O desespero em si é o maior dos riscos, faz perder a conciência.Um maldito pesadelo. Entre e se assuste. Busque e não encontre. Sangre buscando alívio. Se encoste e pessa então que tudo termine. Não vai terminar. Horas se sucedem, enquanto uns dormem outros cobrem as marcas com tinta preta. Um maldito pesadelo. Não há como sair daqui. O tipo de pesadelo que faz adquirir novas cicatrizes. O castigo por ter vivido toda a vida. Eis que me parece ser apenas o início desse inferno, pesadelo que atormentará até o último risco, até a última gota.
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