Parece o céu, mas é um espelho de nuvens. Só que hoje, um espelho que diz pouco ou quase nada. Nos alertaram quanto ao perigo quando acenderam a luz vermelha, mas esqueceram que, para que conheçamos a nós mesmos, é necessário que saibamos o limite, e o limite, não se traduz em teoria, só em pequenos versos de poesia, e não se aprende com o que é dito, se aprende com o dia-a-dia. Me dou uma flor. Que bela flor. Traz a mim coragem pra fazer a travessia, pra desafiar o meu lado que diz mais alto, pra alcançar em mim, a liberdade que o tudo traz. Mas e se o tudo for o nada? E se eu precisar do nada pra alcançar o tudo?
Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Partir.
Parece o céu, mas é um espelho de nuvens. Só que hoje, um espelho que diz pouco ou quase nada. Nos alertaram quanto ao perigo quando acenderam a luz vermelha, mas esqueceram que, para que conheçamos a nós mesmos, é necessário que saibamos o limite, e o limite, não se traduz em teoria, só em pequenos versos de poesia, e não se aprende com o que é dito, se aprende com o dia-a-dia. Me dou uma flor. Que bela flor. Traz a mim coragem pra fazer a travessia, pra desafiar o meu lado que diz mais alto, pra alcançar em mim, a liberdade que o tudo traz. Mas e se o tudo for o nada? E se eu precisar do nada pra alcançar o tudo?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário