O ser, sem o que o apoia, não é nada. O ser, sem a ideia, não é nada. O ser, sem olhar pra dentro, nem chega a ser. O que o faz crescer, é a ideia que nele surge, que não se contenta em apenas surgir, e que progride, além de si. E só cresce, quando se desfaz do egoísmo, quando conhecendo a si, conhece o universo. Quando tocar as estrelas é seu sonho mais acessível. Acredito, que só soube mesmo o que é a vida, aquele que com a terra não se contentou, aquele que saiu do chão, e em voo esvoaçante partiu para a terra da liberdade: a própria alma.
Por libertação. Por desabafo. Pela necessidade da palavra. Transformo o que sinto e vivo em algo concreto, que tire de mim um pouco da agitação. A palavra me acontece, e não posso deixá-la passar. Ela me é assim como eu a sou.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Do latim, Luna.
O ser, sem o que o apoia, não é nada. O ser, sem a ideia, não é nada. O ser, sem olhar pra dentro, nem chega a ser. O que o faz crescer, é a ideia que nele surge, que não se contenta em apenas surgir, e que progride, além de si. E só cresce, quando se desfaz do egoísmo, quando conhecendo a si, conhece o universo. Quando tocar as estrelas é seu sonho mais acessível. Acredito, que só soube mesmo o que é a vida, aquele que com a terra não se contentou, aquele que saiu do chão, e em voo esvoaçante partiu para a terra da liberdade: a própria alma.
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