quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Nirvana.

E finalmente o vinho nos levou ao Nirvana! Os experientes e os novatos chegam ao mais alto nível. Cada qual brisando cada coisa, mas todos com o mesmo intuito, viajar na brisa ofegante que balança nossos cabelos!
É o mesmo vento que leva a maré de loucura e os pensamentos que vagam lentos num estado que talvez não entendemos.
Risos soltos, música e o barulho da sociedade que talvez um pouco nos assuste... Quando voltarmos ao mundo que se diz real. Mas agora não... a única coisa que compreendo é que longe daqui é onde estamos.
A brisa leve vem voando solta ao vento, transpassando o verde vibrante da árvore alegre, e também o marrom frio da árvore seca. No centro desse espaço é onde estamos, o limite entre a loucura do Nirvana e a lucidez dos galhos secos e móveis. A respiração palpitantemente aliviando é a marca, a marca do início, a marca do fim.


  Escrito com:  
                         -Thales Diniz      (http://thalesdiniz.blogspot.com/)
                         -Jéssica Rocha   (http://jessicarocha2010.blogspot.com/)

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