
Silenciosamente observo e reflito. Permaneço na treva obliqua de montanhas altas e quietas. Banhada pela lua e pelas estrelas, deixo de lado o meu corpo delimitado, e fujo da realidade aspirando os últimos fios de uma ar purificado que espanta a lucidez. Uma beleza minha, extremamente íntima, que causa horror vista pelos olhos alheios. Apenas me jogo. Sem ver. Solta na brisa calma da libertação. Sinto. Minh'alma levantando voo silencioso rumo ao desconhecido.
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